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A Konami definitivamente não entrou com o pé direito nesta geração de consolas no que diz respeito ao seu simulador de futebol Pro Evolution Soccer. Desde todos os problemas da edição de 2008, como quebras de frame rate e online com bastante lag até à edição de 2009 com falta de inovação, deixando assim FIFA tomar posse do trono e ganhar alguma vantagem nesta corrida pelo melhor simulador de futebol do mercado. Desta forma a Konami tem muito que lutar e esforçar-se para recuperar o seu estatuto. Mas será que vai conseguir isso através de PES 2010? Ainda é muito cedo para o dizer, mas de uma coisa temos a certeza, a disputa entre FIFA e PES vai ser mais renhida este ano.
O Lusogamer teve a oportunidade de ir até aos estúdios da Ecofilmes em Lisboa experimentar uma versão ainda em desenvolvimento do título da Konami. Inicialmente, por entre os transportes da nossa capital, era notável nos nossos rostos algum cepticismo em relação ao que íamos experienciar na Ecofilmes, no entanto mal começámos o nosso primeiro jogo vimos que não havia razão para tal.
Antes de mais, devemos referir que o objectivo da Konami para este título é aproximá-lo o mais possível da realidade, de modo a que os chamados “Treinadores de Bancada” possam pôr em prática as suas tácticas e formas de jogar.
À medida que percorríamos os menus e configurávamos as equipas íamo-nos deparando com várias novidades sonantes. Como já é habitual em jogos de futebol, podemos escolher rapidamente algumas formas predefinidas de como a nossa equipa deve actuar em campo, como por exemplo a fazer mais pressão, a deixar o avançado da outra equipa em fora de jogo, no entanto agora é-nos dada a oportunidade de criar a nossa própria estratégia. E isso através do menu Team Style, onde podemos alterar detalhes como a posição da linha defensiva, pressão, o estilo de ataque (se pelo centro ou pelas alas), estratégia defensiva, o suporte que é dado ao jogador com bola (se é feito de perto ou de uma posição mais longínqua) e ainda o quanto compacto a equipa deve ser. Devemos referir que estas alterações geralmente são feitas numa escala de 0 a 100.
PES 2010 vai ainda mais longe e capta as características provenientes de cada jogador, transportando-as para cartões que podem ser seleccionados na “ficha” individual de cada futebolista. Fernando Torres, o ponta de lança do Liverpool por exemplo, tem um cartão denominado Fox in the Box, que lhe activa uma das suas conhecidas características de receber a bola na zona da grande área adversária e após alguns jogadores estarem a cobri-lo, libertá-la para um colega seu. Para além do Fox in the Box existem ainda cartões como Long Ranger, que afina os remates de longe de jogadores com essa característica (como é o caso de Gerard) e Extra Atacker, que permite que um defesa ajude no ataque, e estes são apenas três exemplos de uma lista que conta com dezenas de cartões. Estes podem ser activados e desactivados conforme queiramos que os nossos jogadores actuem. |
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