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A chegada do Verão é sinónimo de sol, praia, passeios ao ar livre, gelados, pouca roupa, tempos de lazer, viagens, blockbusters e… adaptações de licenças cinematográficas a videojogo! Ah, pois! Nem sempre o melhor vem no fim…
De há uns anos para cá, as adaptações de grandes filmes do cinema a videojogo não têm inspirado grande confiança nos jogadores. Por pouca abertura de diálogo entre programadores e equipa de produção do filme em questão, falta de tempo ou por pura e simples ganância de saber que a marca, por si só, vende, assistimos à destruição da credibilidade de umas quantas licenças com potencial. Tanto é que, sempre que se fala numa adaptação a um jogador, não se esperam reacções entusiásticas em cadeia.
Precavida, como está, a produtora de “X-Men Origins: Wolverine”, Raven Software, já prometeu que, desta vez, os jogadores “vão ter uma adaptação de valor”. A resposta não se encontra nesta antevisão, mas sinais não faltam para dizer que algo está a ser feito para inverter o desolador cenário.
A correr no motor de jogo Unreal Engine 3, “X-Men Origins: Wolverine” é uma aventura na 3ª pessoa protagonizada por uma das mais amadas personagens da banda desenhada, Wolverine. A aventura relata as perturbadas origens do carismático membro da equipa X-Men: Antes de ser captado pela entidade governamental Weapon X e submetido a experiências científicas com consequências irreversíveis, a cumprir serviço militar ou, já como Wolverine, a semear vingança. Alguns acontecimentos que se esperam tratados no filme homónimo com estreia agendada para o início de Maio.
O facto de ter sido cobaia num programa clandestino, que visava transformar os voluntários em máquinas de guerra perfeitas, deu a Wolverine capacidades imprevistas. Agilidade sobre-humana, sentidos apurados, capacidade regeneradora e força imensurável num esqueleto (praticamente) indestrutível de adamantium, foram algumas das faculdades ganhas por Logan e que se querem (bem) transpostas no videojogo.
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