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por Tiago Rocha PS3 360 PC
Originalmente Rogue Warrior: Black Razor, acabou por ser lançado apenas como Rogue Warrior, e se ainda não ouviste falar dele, é perfeitamente natural. Nas últimas semanas, apenas temos ouvido falar em Modern Warfare 2 e Assassins Creed 2, e é natural que os mais desatentos percam de vista alguns lançamentos menos importantes, Rogue Warrior é um deles.

Rogue Warrior não passaria de apenas mais um titulo lançado na sombra se não existisse o envolvimento de Richard Marcinko. O jogo é baseado numa das obras do escritor Norte-Americano, que em tempos foi um soldado da Força de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos. Escreveu o seu primeiro livro de ficção anti-terrorista em 1994, e desde então não tem parado, já conta com mais de 10 livros publicados.

Rogue Warrior começou a ser desenvolvido pela Zombie Studios, isto em 2006, com parceria da Bethesda Softworks. Entretanto o jogo evaporou-se, e ainda este ano os responsáveis da Bethesda Softworks confirmaram que tinham substituído a Zombie Studios pela malta do Rebellion Developments que modificou praticamente todo o jogo, adicionando novos modos e ainda um multiplayer.

Assim nasce Rogue Warrior, um First Person Shoter cujo lançamento é exactamente no dia 1 de Dezembro para Xbox 360, Playstation 3 e Games for Windows aqui em Portugal!

O jogo coloca-nos na pele de Richard Marcinko, enviado pelos USA para a Coreia do Norte com a intenção de recolher dados sobre Armamento Nuclear nos anos 80. Quando este descobre a ameaça que paira sobre o mundo, recebemos ordens para desactivar os mísseis aconteça o que acontecer. Mais tarde as relações entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul rompem-se, envolvendo o jogador em pleno conflito. Cabe-te a ti (Richard Marcinko) e ao resto dos teus soldados sobreviver e o mais importante entregar as importantes informações aos Estados Unidos.
Mais tarde, a recolha de dados leva-nos a infiltrar bases secretas na Rússia, perante o frio gélido e o ambiente pesado a sobrevivência torna-se ainda mais difícil.

Apesar de não saltar á vista, Rogue Warrior tende e bem a ser um FPS táctico, isso nota-se principalmente na posição dos inimigos e como estes reagem. Num FPS furtivo, a acção é extremamente imprevisível, no entanto em Rogue Warrior quase que adivinhamos qual o passo do inimigo e como devemos agir, isto claro depois umas boas horas agarrado ao comando. Verdade seja dita, a inteligência artificial é lenta embora bastante afectiva com um simples tiro, a posição destes no terreno torna-se bastante previsível o que pode levar o título a ser monótono. Mas como referido anteriormente, um FPS táctico não só requer acção dos inimigos, mas também do nosso controlo, e para isso a personagem tem de estar preparada. Neste caso, Richard Marcinko até se mexe bem.

O jogo pretende criar algumas fases, no entanto todas começam da mesma forma. Existe a infiltração sem ser detectado, podemos obviamente notar bastante stealth, embora bastante fraco, e também podemos entrar a matar. Para um suposto shooter táctico, torna-se difícil entrar e percorrer metade do caminho sem sermos notados, muito porque a nossa personagem não permite grandes acções de espionagem. Diria até, bastante limitada no que toca a esse tema. No final de contas, com essa opção de lado, resta-nos o básico num FPS, percorrer os níveis e matar todos os que se atravessarem no nosso caminho.

Durante o percurso do jogo, que não é mais do que meia dúzia de níveis, podemos e devemos apanhar diversas armas, nem que seja para a diversificação, uma vez que qualquer arma parece ter um efeito muito “parecido” no inimigo. Talvez por realismo, os criadores optaram por um sistema em que um ou dois simples tiros no peito ou nas costas é o suficiente para matar um soldado. Talvez porque se passa nos anos 80 e a protecção destes seria menor, ou por querer algo mais realista, esta opção parece não ter grande significado mesmo nas diferentes categorias de dificuldade já conhecidas no género.
 

3 Comentários Ver os comentários no fórum >>
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#1 Leinad 8 meses atrás
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Uma analise de 3 páginas para Rogue Warrior? A Lusogamer deve ser o unico site das nets a ter cedido tantas palavras pra este jogo. Aplaudo o esforço. Eu sei que nao seria capaz.
#2 rlampreia 6 meses atrás
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De facto este jogo foi uma grande desilusão.
#3 OVeRLOrD_PT 6 meses atrás
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Eu já andava a adivinhar a mediocridade deste jogo. Tava-se mesmo a ver.Mal pode ser considerado um jogo, isto é capaz de envergonhar os produtores.E concordo com o Leinad. A Lusogamer foi muito generosa ao doar uma resma de caractereres a este jogo. : D
 
 
 
Rogue Warrior
Bethesda Softworks
First Person Shooter
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Pontuação LusoGamer
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